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O Fotoblog do Pilantras

É uma beleza brincar com as fotos

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O Fotoblog do Pilantras

O Pilantras


Bem-vindos aos Blogs do Ticas, este vosso novo amigo na Blogosfera

Bem-vindos aos meus Blogs e aos do Quico e do Ventor

Caminhando com o Ticas, caminham sempre com o Quico e com o Ventor

A Grande Caminhada do Ventor, Pelos Blogs do Quico e do Ventor

E agora com os Blogs do Ticas, continuamos todos a caminhar juntinhos

O Ticas nos Trilhos do Quico: observo o Ventor por todos

O Ticas nos Trilhos do Ventor: recordarei sempre o Quico

Pilantras - o Ticas: recordarei sempre o Quico

Venham connosco. A Grande Caminhada nunca acaba!



Como são lindas as flores!

Vejam a beleza destas flores que o Ventor colocou no Flicker! Vocês nunca imaginarão como o Ventor anda entre as flores! Ele caminha com passo de leopardo ou, talvez melhor, com passo de gato ensonado. Entra pelo jardim, não liga a nada, só se preocupa em não pisar as flores,


Eu via-o quando ele entrava no jardim para ver os seus amigos, porque ele, a mim, só me via quando a minha dona me ia dar de comer. Às vezes descia e fazia tudo para não me pisar a mim e às flores.

Uma vez, ele caminhava, lado a lado com o guarda do jardim que não gosta de gatos e eu fui esfregar-me naquelas pernas do Ventor. Ele perguntou-me: "quem te abandonou, Pilantras"? O guarda disse: "esse não foi abandonado. Saíu do quintal desses vizinho"!


O Ventor sorriu, fez-me uma festa e seguiram. Virou-se para trás e disse: "não te metas com os patinhos Pilantras"!

21
Fev14

Os Amigos do Ventor

Luiz Franqueira - Pilantras

O Ventor falou-me hoje de velhos amigos.

 

 

Belezas do mundo do Ventor

 

Hoje, o Ventor e a minha Dona deixaram-me só como fazem todos os dias. A minha Dona foi à sua cabeleireira e o Ventor deixou-a lá e foi dar uma caminhada pelo Estádio Nacional.

 

Depois veio e contou-me coisas sobre a sua caminhada.

Chegou e as fadas de Neptuno, as nuvens como as do Alto da Derrilheira, começaram a ameaçá-lo lá das alturas. Elas começaram a descer e acabaram por se sentar sobre as árvores, algumas velhas acácias, onde os amigos do Ventor fazem os ninhos.

O Ventor chateou-se e avisou as nuvens que, ou sumiam, ou ele fazia queixa delas ao seu amigo Neptuno por lhe estragarem a caminhada. Como o Neptuno cansado de se lançar contra a terra durante todo este inverno, ainda dormia, elas que tinham ido embora, voltaram. O Ventor tinha saído do carro e fora dar uma passeata, ficando logo sob a ameaça delas que sabem que o Ventor não gosta de se molhar. 

 

Depois, meteu-se no carro e foi ver o casarão dos seus amigos dos dois últimos anos - os estorninhos. Lá andavam eles, na sua azáfama de limpeza e reconstrução das suas velhas casotas.

 

Entrou pelos vidros do carro dentro aquele velho som de avisos que os estorninhos emitem quando sentem perigo. Mas, um deles reconheceu-o e começou logo a gritar: "Ventor! Ventor! Ventor! ... Com este não há perigo"! Este era o som quando o Ventor chegou. Parecia o som dos pára-quedistas franceses quando estavam cercados pelos vietcongues no Penico de Dien Bien Phu e o Major Bigeard, com um pé partido, se lançou de pára-quedas, durante a noite, para ficar junto dos seus homens e enfrentar com eles o assalto dos vietcongues, matando ou morrendo!

Esta guerra do Ventor era totalmente diferente. Aqui, o diálogo era entre a vida e a beleza!

 

Olhem estes amigos do Ventor!

 

 

 

 Este estorninho negro observa o Ventor. Ele observa o intruso que vai interferir com o seu trabalho na reparação do seu casarão para 2014

 

 

 

 

Este aproxima-se e observ a o Ventor

 

 

 

Chapim real

 

Depois o Ventor foi dar mais uma volta e viu vários amigos, achando muita piada a este chapim que o chamava do cimo da árvore e ele viu-se mal para o ver. Este pássaro queria mesmo conversar com o Ventor e isso valeu-lhe a honra de estar aqui.

 

 

 

Lá está o amigo do Ventor a mobilar a casa de novo. Foi uma beleza vê-los a trabalhar

 

 

 

Este é um  melro, parente do nosso amigo Tobias

 

A partir daqui foi o diabo. Se não fosse o Ventor, uma águia teria papado este amigo com quem conversou o Ventor e depois, ele e outro foram tomar banho à frente do carro e uma águia veio e pousou sobre uma acácia, pertinho, à esquerda do Ventor. Mas a máquina não penetrava os raminhos finos da acácia, entre o Ventor e a águia. Depois o Ventor disse à águia que teria de ir arranjar almoço a outro lado. Não deixou a águia saltar sobre os melros molhados. Quando os melros tomam banho ou estão de rabo para o ar a tirar uma minhoca da terra, as águias apanham-nos. O Ventor já viu uma águia apanhar um, em Monsanto. Por isso terão de tratar a moela longe do Ventor.
Hoje foi um dia giro para o Ventor, disse-me ele, mas este vosso amigo Pilantras, não tem direito a nada disso.

1 comentário

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Eu sou o Pilantras.


Desde que ando por aqui, com o Ventor, sonhava ter um Blog como o Quico tinha. Ele fez um pacto comigo. Trás as fotos e eu coloco-as aqui no meu Blog.



O que eu Quero?


Quero caminhar ao lado do Ventor, ao lado dos nossos amigos, ao lado dos Amigos do Quico, ao lado de todos os filhos do Sol.

O que eu quero, é fazer parte do mundo! Quero ser um gato respeitado e respeitador, quero ser um animal companheiro de todos que vivem junto de mim.

Quero ser um gato feliz ao lado do Ventor e da minha Dona e, sem ser acompanhado por uma grande arrelia como foi o velho amigo do Ventor - n' A Arrelia do Quico.

O que eu quero, é recordar sempre as preocupações do Quico! Não esquecerei nunca, tal como o Ventor, as preocupações do Quico com os seus amigos.

Belezas penudas no mundo do Ventor.

Estorninhos

Estorninho albino

Falcão Peregrino

Pato real albino


Os penudinhos são umas maravilhas para nos fazerem companhia nas nossas caminhadas. Caminhando pelos riachos que descem sobre o mar ou sobre o Tejo, eles lá estão, lado a lado connosco

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