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O Fotoblog do Pilantras

É uma beleza brincar com as fotos

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O Fotoblog do Pilantras

O Pilantras


Bem-vindos aos Blogs do Ticas, este vosso novo amigo na Blogosfera

Bem-vindos aos meus Blogs e aos do Quico e do Ventor

Caminhando com o Ticas, caminham sempre com o Quico e com o Ventor

A Grande Caminhada do Ventor, Pelos Blogs do Quico e do Ventor

E agora com os Blogs do Ticas, continuamos todos a caminhar juntinhos

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O Ticas nos Trilhos do Ventor: recordarei sempre o Quico

Pilantras - o Ticas: recordarei sempre o Quico

Venham connosco. A Grande Caminhada nunca acaba!



Como são lindas as flores!

Vejam a beleza destas flores que o Ventor colocou no Flicker! Vocês nunca imaginarão como o Ventor anda entre as flores! Ele caminha com passo de leopardo ou, talvez melhor, com passo de gato ensonado. Entra pelo jardim, não liga a nada, só se preocupa em não pisar as flores,


Eu via-o quando ele entrava no jardim para ver os seus amigos, porque ele, a mim, só me via quando a minha dona me ia dar de comer. Às vezes descia e fazia tudo para não me pisar a mim e às flores.

Uma vez, ele caminhava, lado a lado com o guarda do jardim que não gosta de gatos e eu fui esfregar-me naquelas pernas do Ventor. Ele perguntou-me: "quem te abandonou, Pilantras"? O guarda disse: "esse não foi abandonado. Saíu do quintal desses vizinho"!


O Ventor sorriu, fez-me uma festa e seguiram. Virou-se para trás e disse: "não te metas com os patinhos Pilantras"!

12
Dez17

O Ventor e o Poulo dos Cagordos

Pilantras

O Ventor diz-me que há no nosso mundo, pontos de referência que nunca esquecemos e esses pontos têm várias cambiantes. Há as grandes cidades praticamente todas iguais na vivência humana. A locomoção é a mesma em todas elas. Carros, aeroportos e aviões, linhas férreas e comboios, navios, ónibus, machibumbos, eléctricos, ... Ou então, transformamos essas cidades em corredores da história e olhamos a sua face mais rugosa dos séculos que as moldaram.

 

Olhamos os seus palácios, os seus castelos, as suas confrontações entre o velho e o novo. Utilizamos os seus nomes e, à medida que pronunciamos esses nomes sentimos que essa sonoridade se entranha em nós. Por exemplo: o Ventor diz-me que se pronunciar nomes como Granada, como Córdoba, como Valencia, como Paris, como Berlim, Varsóvia ou qualquer outra, tudo se conjuga para fazermos várias caminhadas.

 

Mas agora reparem nestes dois animais, estes belos garraninhos e em tantos outros que passam por aqui, nos nossos blogs..

 

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Filhotes garranos a tornarem-se rapazotes

 

Estes, o Ventor observou-os o ano passado no Poulo dos Cagordos, nos montes da Assureira. Diz o Ventor que nestas circunstâncias o mundo é outro completamente diferente dos focados atrás. Aqui, olhar os garraninhos é como se revivesse mais de meio século para trás e fizesse a sua própria história com estas belezas sempre a caminhar a seu lado.

 

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As mamãs descansam mas sempre de olho nos seus rapazotes que aprendem a viver e a reconhecer o seu mundo

 

Era assim há 60 anos, há 50 anos, há 40,  há 30, ... há um! Apenas há, a mais, os pinheiros que se vêm do Poulo dos Cagordos, fazendo caminhar os nossos olhos sobre as Fontes até ao Poulo da Fraga. De resto está lá tudo! Os cavalos, as vacas, as montanhas galegas, a Derrilheira do lado contrário a rebocar todas as montanhas de Adrão, rumo à Pedrada, a serra Amarela de quem ninguém fala, Bordença, Soajo, até lá está o cortelho de pedra onde se abrigavam do mau tempo, o guarda Lameira, o Zé Ribeiro, o pai do Ventor, o Ventor e tantos outros.

 

Ali sentado um pouco a observar todas aquelas paisagens envolventes, diz-me o Ventor que lhe saíam do chão e, por entre os fetos, aquele som familiar dos tamancos daqueles velhos amigos que ainda por lá caminham sempre que o Ventor por lá passa.

 

03
Jul16

Águia-de-Asa-Redonda

Pilantras

Dizem os sabidos que uma águia-de-asa-redonda é o mesmo que um búteo e vice-versa.

Para mim são apenas e só, aves de rapina: águias, falcões, gaviões, etç. Prefiro chamar-lhe pelo seu nome genérico do que meter água. Quem me diz isto é o Ventor. Ora eu que sou gato, acho que, se o Ventor não sabe tudo, porque raio devia eu de saber?

 

Então, segundo os sabidos, esta será uma águia-de-asa-redonda.

 

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Mas, a história que o Ventor me contou desta águia já me diz alguma coisa!

O Ventor disse-me que ela estava pousada num pinheiro ali na zona de Barcarena e piava muito. Ela piava e o Ventor tirava-lhe fotos. Por fim, o Ventor foi-se embora procurando não perturbar esta sua amiga. Ela levantou voo e seguiu pela direita do Ventor sobre os eucaliptos e pousou no meio deles. O Ventor ia tocar a campainha para entrar e apareceu a sua amiga Zuca a fazer-lhe festas. A águia sai de cima dos eucaliptos, voou relativamente baixa e toda inclinada sobre a asa esquerda, dando mais dois gritos, quando passava sobre o Ventor, olhando-o bem.

 

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Ele seguiu atrás da águia que foi pousar sobre o mesmo pinheiro. Continuou a gritar sobre o pinheiro e o Ventor continuou a tirar-lhe fotos. Por fim, no pinheiro, e subindo-o, ela começou a brincar com o Ventor.

 

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A águia continuou a brincar ao esconde.esconde até chegar ao topo do pinheiro.

 

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Diz o Ventor que foi uma tarde bem passada com esta águia-de-asa-redonda ou búteo. Também me disse que, apesar dela não ser muito grande, me rasgava o fato todo num instante. Ainda bem que eu fico em casa! Ela tem envergadura de 1,10 a 1,30 metros. Tem a asa aredondada permitindo-lhe caçar entre as árvores com mais argúcia.

Eu sou o Pilantras.


Desde que ando por aqui, com o Ventor, sonhava ter um Blog como o Quico tinha. Ele fez um pacto comigo. Trás as fotos e eu coloco-as aqui no meu Blog.



O que eu Quero?


Quero caminhar ao lado do Ventor, ao lado dos nossos amigos, ao lado dos Amigos do Quico, ao lado de todos os filhos do Sol.

O que eu quero, é fazer parte do mundo! Quero ser um gato respeitado e respeitador, quero ser um animal companheiro de todos que vivem junto de mim.

Quero ser um gato feliz ao lado do Ventor e da minha Dona e, sem ser acompanhado por uma grande arrelia como foi o velho amigo do Ventor - n' A Arrelia do Quico.

O que eu quero, é recordar sempre as preocupações do Quico! Não esquecerei nunca, tal como o Ventor, as preocupações do Quico.

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